domingo, 8 de agosto de 2010

Como se comportar no metrô

(Imagem disponível em: http://www.buscatematica.net/imagens/metro-sp.jpg Acesso em: 08 ago.2010)

Depois de passar por alguns sufocos (vários), percebemos que essas situações não poderiam continuar a acontecer.Vimos que são necessárias algumas outras regras mesmo que elas não se tornem leis. Seguem, em artigos, as tais regras:

Artigo I – Do empurra-empurra
Quando chegamos ao metrô, qual a primeira coisa que fazemos ou que fazem conosco?É isso mesmo: somos empurrados, esmagados, chutados, pisoteados. Você não pode esperar mais de pessoas que acabam de sair do trabalho.
E querem saber a solução? Evitem o metro no horário de pico.

Artigo II – Dos chicletes
Vocês, chicleteiros de plantão, já sentiram o gosto de seus chicletes depois de grudados no banco do metro?Se não sentiram ainda, não experimentem.

Artigo III – Dos fedidos
Pense nessa situação desagradável: você em pleno horário de pico, cansado com os pés doendo, no metrô lotado, aquele sujeitinho mal afeiçoado, que parece não ter tomado banho há uma semana e meia senta-se do seu lado, aquele cheiro repugnante sobe e você desce quase desmaiando ao se perguntar:
-O que eu fiz pra merecer isso? Joguei pedra na cruz, Jesus!

Artigo IV – Das barras de ferro
Por que existem as barras de ferro no metro? Só para complicar nossas vidas, pois aqueles inoportunos, fedorentos e mal cheirosos que não passam sequer um desodorante e deixam a mostra a famosa “pizza” debaixo de seus braços e certos cabelinhos (coitados, imaginem o que não sofrem com aquele odor!).

Artigo V – Dos toques do celular
Parece que quando estamos com uma “bruta” dor de cabeça ou passando mal o universo conspira contra nós. É simples dizermos o porquê, os celulares tocam com aquelas campainhas escalafobéticas e estrondosas justo ao seu ouvido, e também tem aquelas vezes em que a pessoa não quer atender e deixa tocar umas quinze vezes (desagradável).
OBS: Deviam proibir ou desligar os celulares só por educação.

Artigo VI – Das intimidades
Dias atrás cruzei com um casal de namorados na plataforma do metrô. Logo lembrei da minha época de paquera, vendo o casal se beijando. Percebi, como era desagradável e desconfortante aquela situação. Pensei que também fazia isso, mas nunca imaginei que era tão desagradável “ficar de vela”.
(Autoras da crônica: Camila e Jaqueline - 7C)

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